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Arena de Treinamento

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Arena de Treinamento

Mensagem  Convidad em Qui Set 22, 2011 6:43 pm



Aqui é onde ocorre os treinos diarios dos guerreiros. É uma área bem ampla, circular, de terra batida e sem cobertura, é aberto para uma boa ventilação e para vislumbrar o sol, tem vários equipamentos de treino, espadas de madeira, bonecos de palha fincados no chão. Na arena sempre tem alguns lutadores dos mais variados tipos para praticarem as suas habilidades, e eles sempre são muito simpáticos.

Código:
[font=Courier New][color=black]Os guerreiros poderão postar aqui os seus treinos[/color][/font]

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem  Convidad em Dom Set 25, 2011 12:06 pm

Havia acordado assustado, tinha mais um de meus pesadelos, desta vez vi meu pai sendo morto, ele estava cercado por 10 guerreiros e eles nem o deram chances de uma luta justa. O pior destes pesadelos e que quando acordo percebo que tudo foi real, e pela logica meu pai deveria estar morto agora. Ja era de manha e resolvi então transformar esse susto em empenho para treinar, resolvo ir para a arena onde treinaria meus poderes e as habilidades que havia desenvolvido.
Ao chegar lá me deparo com varios guerreiros socando alguns espantalhos, deveria ser parte do treinamento deles então resolvi entrar nesse sistema, afinal queria ficar mais forte a qualquer custa, mesmo que tenha que socar varios imortais.Parei em frente ao boneco e dei um soco na região dos rins, rapidamente dei sequencia com um direto em seu nariz, depois um gancho no queixo, e passei para o soco-do-sol, continuei com essa sequencia vendo os impactos causados no bonecos.
Depois de aproximadamente uma hora os guerreiros pegaram espadas de madeira e começaram a treinar esgrima, depois de perceber que um guerreiro estava parado sem treinar fui até ele e fizemos uma dupla.Comecei com um acima do ombro, depois corte em X e uma estocada no peito, mas como o meu oponente era muito habilidoso não tive muito sucesso em meus ataques, foi a vez dele, logo que iniciamos percebi que sua habilidade era restrita a basicamente defender, pois ele não tinha força e velocidade para o ataque, ele usava muito os golpes de cima para baixo ou de baixo para cima.
Quando estavamos treinamos um ciclope invade a arena, escutamos um baque e depois varios pedaços das paredes do coliseu, vejo varios guerreiros fugindo e então penso:
-Aff esses guerreiros são tão confiaveis
Joguei a espada para o lado direito e sai correndo na direção do ciclope, tiro minhas adagas das botas(Elektra: wins!) com elas em minhas mãos corro por suas pernas e finco-as no peito do ciclope, ele em uma ação involuntária sobe os braços me jogando para longe.
Ele pega uma arvore e tenta utiliza-la para fazer um home run(pena que eu sou a bola), invoco gelo na arvore fazendo com que ela escorregasse de suas mãos o que foi otimo pra mim.
Pulo em cima do ciclope e finco minhas adagas em seu olho causando bastante dor e cegueira completa.
O ciclope em resposta ao meu golpe fica completamente desorientado e começa a bater nos pilastres da arena, ação que causa a demolição do local, mas antes dele desabar eu invoco uma trilha de gelo e vou deslizando no maior estilo Homem de Gelo(X-men) então devido as ações inconsequentes do ciclope a arena desaba e ele é soterrado pelos destroços



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Re: Arena de Treinamento

Mensagem  Helios em Dom Set 25, 2011 12:48 pm

Ten muitos erros de portugues e sem separar as palavras do ponto.

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem  Convidad em Ter Out 11, 2011 12:23 am

Havia encontrado um antigo amigo, Vallerius estava de volta, mas não era por isso que eu iria “manerar”, já havia passado algumas semanas desde meu ultimo treino, e muita coisa havia se alterado em minha vida, e elas não iriam atrapalhar meu progresso, até porque eu sou uma daquelas pessoas que tem ânsia de poder e aprendizado mas não chego a fazer tudo por eles afinal lealdade é algo muito mais importante para mim.
Mas uma noite em que eu tinha pesadelos, este era o mais horrendo de todos, via uma criatura destruir a todos que amo, e eu não podia fazer nada, eles estavam ali agonizantes no chão e tudo o que eu fazia era observar, aquelas correntes presas em meus braços era a única coisa que me separava deles, eu sentia um cheiro incomum era um misto de sangue, medo e suor. Aquilo me revirava o estomago, alem da dor de ter que observar tudo sem poder fazer nada, as armas deles estavam em meus pés, mas de que adiantavam enquanto meus braços estiverem amarrados as correntes.
Levantei-me assustado, afinal sempre que ficava no pequeno casebre de minha família que se localizava em Athenas, tinha aqueles sonhos ou visões não sei ao certo o que eram afinal perdi minha memória a alguns anos, e só sabia que aquela casa pertencia a mim, pois ela estava na família Pegason na qual eu suponho ser o ultimo remanescente.Peon havia me dado folga de meus afazeres, o que não era tão bom, afinal sempre sou atormentado por aquilo que suponho ser sonhos quando não estou a trabalhar.
Depois de me vestir fui para a cozinha apesar de ter acordado a poucos minutos, estava com uma fome incomum, tudo que encontrei lá foi uma galinha assada, havia assado-a quando sai do atelier de Peon e ela ainda estava quente, estava começando a pensar que desenvolvi um método para cultivar o calor da comida.
Sai daquela casa e com minhas adagas e a roupa de alquimista comecei a vagar pela cidade, não tinha um destino predefinido, então encontrava em uma situação complicada, a cidade estava completamente inabitável, ratos por toda a parte, edifícios destruídos, pessoas mendigando, pareciam até que um furacão havia passado por lá.
Depois de alguns minutos andando estudei um ruído estranho seguido de um “baque” e uma fumaça estranha ao horizonte, não sabia se fugia ou lutava, mas como minha curiosidade superava meu medo (devido ao pesadelo) dirigi-me para o local.Ja haviam passados alguns minutos quando avistei o local que procurava, tudo estava incendiado e alguns prédios destruídos, era uma pequena fazenda ao sul de Athenas, ela era constituída de um prédio principal, dois celeiros, e um pequeno pasto, com meia dúzia de animais.Rapidamente fui as ruínas do prédio principal para procurar pelos moradores, ao adentrar lá vejo uma cena chocante, dois garotos decapitados, e um senhor beirando os 70 anos com um corte que ia do umbigo até o pescoço, me aproximei e disse:
-Senhor o que aconteceu aqui???
Ele disse:
-Ele voltará, fuja rapidamente!
Eu respondi:
-Ele quem?
E o senhor concluiu antes de morrer:
-O cavaleiro centauro!
Agora eu segurava o corpo do homem já sem vida e via que teria que vingá-lo, o que leva um ser a roubar de uma pessoa tão pobre, e alem do mais assassinar cruelmente todos os parentes do mesmo?
Sai do prédio principal e me sentei ali mesmo, com as adagas em mãos esperava aquele cavaleiro, a passava alguns minutos e nada dele aparecer, na verdade eu já estava comecei a desanimar, afinal já começava a escurecer, quando de repente uma flecha para ao lado de minha cabeça, instintivamente joguei meu corpo para o lado e observei o cavaleiro que havia disparado aquele projétil.
Disparei em direção ao cavaleiro porem era muito difícil olhar para ele a luz do por do sol refletida em sua armadura de aço causava uma sensação estranha em meus olhos, sentia uma dormência e vista que perdia parte de meus sentidos, com minha mão esquerda disparei uma bola de fogo em direção ao peito do centauro, mas devido a distancia pouco antes do contato vi ela dispersar-se, mas não havia problema porque ela era só uma pequena distração eu já avançava pela direita e estava próximo ao contato, em um golpe sem planejamento algum, joguei meu peso para a esquerda e fiz com que as adagas fossem uma extensão de meu corpo, ele obteve sucesso vi o cavaleiro relinchar e jogar o corpo para cima.
O centauro já planejava seu próximo ataque uma saraivada de flechas me aguardava e eu estava muito atenta ao numero delas, afinal uma aljava só suporta 24 delas e seria o momento perfeito para atacar, ele estaria desprotegido. Vejo 5 flechas vindo em minha direção, jogo meu corpo para a direita mas uma acerta minha perna direita, um pouco abaixo da coxa e acima do joelho.
Estendi minha mão direita e então fogo infernal surgiu em volta do centauro, então ele se aproximou queimando a carne do centauro, e devido a armadura de aço percebi que ele sentia uma dor insuportável, e apesar de seu rosto estar completamente desfigurado depois do ataque podia perceber o brilho do ódio em seu olhar.
Novamente 7 flechas vieram em minha direção e desta vez so percebi as flechas quando estavam muito próximas, elas acertaram em meu peito e minha coxa esquerda, se não fosse pela minha roupa de alquimista estaria morto.O sangue molhava minha roupa e toda a raiva que eu sentia havia se tornado preocupação devido aos meus ferimentos.
Mais 5 flechas viam para mim e eu logo pensava:
“Como ele ataca tão rápido?!”
Estendi a mão direita e queimei aquelas flechas, fazendo com que elas caíssem, peguei minhas adagas novamente e corri em direção ao centauro, em dois golpes rápidos com um movimento em “X” vi que algo esta diferente naquele centauro, quanto mais eu o feria mais ele queria lutar, e novamente ele estava a preparar seu arco.
Suas flechas estavam prontas e eu estava com 2 poções já prontas, havia passado 5 minutos desde meu ultimo ataque, desta vez todas as flechas acertaram em mim e ele não tinha mais como disparar, tomei minha poção, arranquei as flechas, e tomei a ultima poção, estava completamente recuperado, pulei em cima dele e finquei minhas duas adagas em seu peito, usei o fogo infernal e fiz com que meu oponente morresse ou desmaiasse, com minhas adagas cortei o pescoço do centauro e aproveitei para decapitá-lo(sabe só para garantir) usei minhas habilidades para queimar o corpo.
Saio de lá e volto para minha casa, cansado porem bem satisfeito de ter realizado tudo o que queria fazer(nada que preste XP)




obs:Por hoje é só pessoal(musica da wanner bros[homenagem a semana das crianças])

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem  Hermes em Ter Out 11, 2011 10:17 am

Parabéns Dave! Treino exelente. Apenas achei a parte do pesadelo desnecessária!

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem  Convidad em Qui Out 13, 2011 11:05 pm

Era uma tarde de uma quinta feira comum, todos na cidade de Athenas estavam entediados, e por mais que pareça impossível, Dave estava entediado na sede da M.I.B, afinal não tinha nada para fazer, queria sair por ai para bater em uns “monstros” mas já estava a ponto de escurecer e isso me desanimava, tudo bem que apesar de bonzinho sou uma alma da noite, um espírito da escuridão, um ser sombrio e misterioso, bom chega de uns e vamos ao treino.
Depois de muito relutar ele decide andar pela cidade de Athenas, mas não pretendia ir atrás de um confronto , depois de um longo dia de alquimista estava pensando seriamente em começar a beber, claro que casualmente para relaxar, não o suficiente pra dar uma de doido e dar em cima da rainha(na presença do rei). Então me dirige para a taberna, a cidade estava calma, pelo menos no trajeto em que fiz, havia apenas algumas crianças de uns 8 anos brincando de tirar a cabeça uma das outras, elas não são uma gracinha nessa idade?
Ao chegar lá, estava tudo ocorrendo normal, algumas dançarinas, algumas pessoas já estavam em ponto de dar perda total parecia que estavam bebendo à horas, e isso me deixava muito decepcionado, porque a vida e curta e bela demais para passarmos nos afogando em bebidas baratas, e mulheres não castas que estavam dispostas a se entregar a qualquer um que possa pagar um pouco.
No balcão disse ao barman:
-Cavalheiro, sirva-me com leite!
Ele responde:
-Leite? Tem certeza que cresceu o bastante para beber isso?
Eu digo:
-Leite! E dose dupla!
Ele diz enquanto me serve:
Ta legal, né? Vejo que temos um garoto determinado aqui!
Apenas sorrio enquanto bebo todo o leite em uma golada, depois de secar o copo digo:
-Coloca mais ai?!
Quando ele estava prestes a me servir, entra pela porta da taberna um homem ele vestia um manto que já estava bem gasto, aparentemente ele havia viajado por dias, em suas costas estava uma foice, na lamina ainda era visível sangue próximo a coagulação, suas botas estavam sujas de lama e isso só deixava visível que ele viajou por longas distancias até porque não chovia em Athenas a meses, não era dali a lama, talvez de Esparta mas não acho que se ele matasse alguém lá não conseguiria sair vivo, afinal lá todos são muito ligados e é uma terra de guerreiros.
Ele entra andando de uma forma pavorosamente lenta, como se ele esperasse que alguém o atacasse e seus punhos estavam entre abertas prontas para ir ao cabo de sua arma, ele se senta ao meu lado, e vejo que ele emite uma aura sombria, algo nele estava errado, como se ele emanasse discórdia, raiva e vingança. Como alguém tão diferente de mim pode me deixar tão interessado eu conseguia prever que iria acabar lutando com ele, mas como ele parecia um adversário formidável já deveria pensar em minhas táticas, corri minha mão por meu corpo e logo vi que estava com minhas adagas e felizmente meu arco estava em minhas costas, sem olhar em seus olhos disse:
-Veio de onde forasteiro?
Ele responde:
-Não é algo que tenho que te falar, volte a tomar seu leite, ou iremos duelar.
Eu falo:
-Quem acha que você é para tentar em mim mandar, antes mesmo que pensasse eu poderia te atacar, sem lutar não sei como viver, se comigo batalhar não irá sobreviver.
O ceifador fala:
-Ó criança antes de você nascer, já matava assim que consigo viver, meus poderes são tão amplos que se duelarmos iras perecer!
Respondo friamente:
-Diga quando iremos lutar, e escolha o lugar onde vai morrer, pois hoje pelas minhas mãos você ira perecer!
Forasteiro fala:
-Por mim lutamos aqui, mas tem pessoas que você não deve querer envolver, vamos para arena, e lutaremos até amanhecer!
Ele sai de lá rapidamente, provavelmente indo até a arena onde lutaremos, eu tomo minha ultima dose de leite, e levanto, passo a mão em minha “lembrança” e saio da taberna, já me preparo para uma tática de combate a distancia, usaria provavelmente meu arco a batalha inteira até porque com uma foice ele não poderia me ferir a distancia.
Ao entrar na arena o avisto e mais dois homens provavelmente mercenários, pego meu arco e passo minha mão pelo vão onde deveria estar as cordas, então uma flecha de energia negra se projeta, eu miro na cabeça do homem a distancia e disparo, logo em seguida faço o mesmo com o da direita, porem a flecha cai mas rápido do que antes, provavelmente porque minha mão escorregou da flecha, mas não podia fazer nada o mercenário estava com uma flecha atravessada em seu joelho direito e por isso não conseguia se manter em pé.
Eu olho para a face coberta por capuz e digo:
-Somos apenas eu e você!
Ele pega sua foice e faz sinal para que eu comece, uma flecha de energia negra surge e eu disparo mirando em sua garganta, ele gira e com a foice corta a flecha ao meio, eu logo penso “Que arma e essa?” mas logo me concentro em seus movimentos.
Ele dispara contra mim, eu logo percebo que o arco não seria a melhor opção, mas era tarde demais para trocar de arma, ele faz um golpe lateral partindo da direita, acima do ombro, eu jogo meu corpo para o lado e ele faz um leve corte de raspão.
Pego minhas adagas e corro na direção dele, tento fincar minhas adagas no peito dele, ele joga a foice novamente, e eu tenho que me esquivar com uma cambalhota para o lado, estendo minha mão esquerda e uma rajada de fogo infernal voa no meu oponente, porem aquele fogo não machuca seu corpo, mas sua alma, se eu conseguisse acertar pelo menos mas umas 3 rajadas e a alma dele seria destruída, jogo uma de minhas adagas na perna dele, e rapidamente me afasto.
Eu conseguia enxergar o ódio em seus olhos avermelhados, como um touro raivoso ele avança em minha direção, com a foice nas mãos e o ódio em seus olhar, ele parecia o próprio Thanatos, mas isso não seria possível, até porque eu já estaria morto, ele da uma serie de golpes nesta sequencia:
“De cima a baixo, lateral partindo da esquerda, acima do ombro, de baixo para cima, acima do ombro novamente”
Depois de esquivar de aproximadamente 10 golpes ele me acerta com um de cima a baixo no ombro esquerdo, cego pela dor deixo minha adaga da respectiva mão cair, extendo-a e disparo uma rajada de fogo infernal nele, vejo-o cair e então finco minha adaga em seu peito, dou varias estocadas e nada acontece.
Com aqueles ferimentos em seu corpo e em sua alma logo percebo que na havia como ele estar vivo, a não ser que como ceifador sua alma estivesse preso na arma e não em seu corpo, com um ar demoníaco ele se levanta, pego meu arco e disparo uma flecha na mão do meu oponente, com a mira digna de um filho de Apollo acerto em cheio e ele deixa a arma cair, corro em sua direção e apanho a arma, com minha mão esquerda libero todo o fogo infernal que eu consigo fazendo com que a arma seja destruída e consequentemente seu dono.
Saio da arena completamente cansado e muito machucado, e me dirijo a M.I.B onde poderei descansar em paz e sem medo de ataques.

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem  Convidad em Qui Out 13, 2011 11:24 pm

Parabéns suas recompensas:
-200Dracmas
-300exp
-Foice de almas: Solta almas no inimigo o deixando atordoado e com medo podendo ser usada depois para matar o oponente .Seu golpe é certeiro e nunca erra.Nas mãos de outra pessoa que não seja o dono não funciona e sempre erra.

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem  Convidad em Sex Out 14, 2011 1:58 pm

Era uma noite de uma sexta-feira qualquer, toda a cidade de Athenas dormia, exceto um jovem alquimista, seu nome era Hawk, um dos mais antigos residentes de Athenas, desde de criança ele morava lá.Parecia que Hipnos tinha raiva do garoto, afinal ele não conseguia dormir direito, já tinha pesadelos de coisas que aconteceram em sua infância, naquela noite ele sonhava com a morte do pai, apesar de ter sido causada por ele, seu pai era um mercenário e sempre chegava em casa bêbado, e descontava toda sua raiva na mãe do jovem Dave, e em uma dessas noites, o pai dele estava completamente alterado, estava prestes a matar a mãe do garoto, então com uma das facas de sua mãe, ele apunhalou o pai, o golpe foi certeiro e na garganta do agressor, a mãe assustada com o que o filho tinha feito o expulsou de casa, e ele começou a vagar pela cidade de Athenas, onde foi acolhido pela ordem dos alquimistas que o deram um novo lar, um novo oficio, uma nova família e também um novo nome ele agora era chamado de Hawk, a não ser pelo seus antigos amigos e amigos próximos que continuaram a chamá-lo de Dave.
Assustado ele levantou e resolveu andar um pouco pela cidade, colocou suas vestimentas e pegou seu arco e sua foice, só para garantir caso algum encrenqueiro tente lutar com ele que ele não morra tão facilmente e em vão, a cidade estava calma até porque eram três horas e três quartos de hora, so estavam nas ruas alguns moradores de ruas, mulheres que ganham a vida se entregando a homens que possam pagar e alguns mercenários, afinal não a hora para um trabalho sujo, tudo aquilo fazia meu estomago revirar, junto ao forte cheiro de urina e bolor nas ruas da cidade, alguns animais também estavam lá alguns lobos domesticados, cachorros, alguns com feridas talvez por terem brigados com outros animais por territórios ou porque alguns homens sem coração o maltrataram. Vi que a taberna ainda estava aberta e no ar podia ver que haveriam confusões, eu como um pacifista nato fui para lá, para tentar impedir que ajam brigas por motivos fúteis e sem importância, alem do mais uma bebida poderia fazer com que meu sono voltasse e eu poderia voltar para minha casa, onde eu iria dormir tranquilamente, e o Hipnos não conseguiria me impedir .
Entrei na taberna e como todos os dias haviam homens desperdiçando suas vidas com bebidas baratas e mulheres de vida fácil, apesar de que a maioria nem era atraente e pelo que eles falavam cobravam muito cara, mas um motivo para não mexer com esse tipo de coisa, muito melhor casar com uma jovem camponesa e te-la só para você em vez de pegar uma mulher que já pertenceu a vários homens em vários locais, alguns deles realmente repugnantes. Sentei-me no balcão e como sempre pedi um copo de leite, na verdade um copo duplo de leite, havia também algumas pessoas cantando alegremente e algumas em estado de coma alcoólico, o barman olha para mim e fala:
-Ei garoto!
Eu digo:
-Fale meu bom homem.
Ele responde:
-Esta vendo aquelo homem, no fim do salão?
Eu digo:
-Sim, pode falar!
Ele continua:
-Ele esta em uma missão de matar todos os alquimistas da cidade, e melhor você tomar cuidado com ele!
Eu digo:
-Obrigado pela informação, agora irei me certificar de que ele tentara mesmo me matar!
Levanto da bancada e saiu devagar do salão, mas saio como se não soubesse de nada, e ainda vou cumprimentando aqueles que eu conheço no salão. Ao sair ando alguns metros e olho de modo cuidadoso para trás, e logo percebo que o barman tinha me falado corretamente, vejo um cavalo abandonado no meio da pequena estrada que havia pegado ao sair da taberna, eu monto nele e começo a galopar para o sudoeste de Athenas, lá era uma região de montanhas, o que seria perfeito para ele utilizar o seu arco e as habilidades de sua foice.
Ao chegar no local o assassino não avista ninguém mas ele percebe que o alquimista esta ali em algum lugar, das sombras Dave aparece e diz:
-Procurava por mim?
O assassino dizia:
-Como sabia?
Eu respondo:
-Ora, você acha que fui a taberna a essa hora sem motivo algum? Eu já sabia que você viria atrás de mim, então te atrai para um local onde eu poderia “Brincar” com você
Ele com um sorriso de raiva pega um machado e diz:
-Então vamos logo com isso!
O Dave pega seu arco e aparece uma flecha de luz negra em seu arco, então ele mira na perna do assassino. O tiro é certeiro e então, o assassino fica paralisados, seus piores medos ficam diante de seus olhos. Vendo o pânico no rosto do mesmo, eu falo:
-O que foi já esta querendo desistir?!
Ele responde:
-Não seja tão criança, minhas habilidades são superiores!
Eu falo:
-Bom, quem ta ferido aqui é você!
Então eu guardo meu arco e pulo de cima da pequena colina em que eu estava em cima, com minha foice em mãos, eu esperei que ele viesse me atacar o que não demorou muito.
Ele correu em minha direção com o machado em mãos ele deu um golpe lateral partindo da esquerda e eu como um espírito inteligente deitei no chão assim esquivando do ataque, ele veio novamente me atacar porem agora ele fez um movimento similar ao de um rebatedor de beisebol, ou seja um golpe partindo de baixo com movimento em diagonal, esse foi difícil de defender e eu escapei por pouco, pulei para a esquerda mas mesmo com o salto o golpe acertou no meio de meu peito, porem devido a minhas roupas especiais eu apenas senti dor mas não cheguei a sangrar e também não causou um ferimento, que naquele local seria mortal. Logo percebi que não iria vencer de deixasse meu oponente lutar com tanta liberdade, com minha foice liberei algumas almas que foram punidas para atormentar meu oponente, percebi que o coitado entrou em desequilíbrio mental, e estava com o rosto de alguém que não poderia aguentar muito tempo naquelas condições, ele dava passos para trás e logo pensei em um modo de matá-lo sem sujar minhas armas.
Pego meu arco e com uma flecha de energia negra, atiro em uma das colinas, causando um deslizamento fazendo com que o meu oponente ficasse soterrado, porem descobri que aquilo não era uma montanha e sim uma caverna e o deslizamento acordara a criatura que la habitava, um dragão vermelho enorme surgiu, e pelo que podia perceber ele estava a anos hibernando, ou seja anos sem comer, e para ele eu era uma humano atraente de carne macia pronto para ser devorado.
Ele estava no ar com batendo suas asas, aproveitei para pegar meu arco, usando uma de minhas flechas mirei no pescoço do dragão e disparei, porem ele desviou, como minhas flechas nunca erram, eu não acertei onde queria, mas acertei na região do estomago do dragão, ele disparou uma rajada de fogo e eu corri para longe, peguei em meu bolso um compartimento com veneno e despejei sobre meu arco, agora minha flechas iriam com veneno, mirei mais uma vez e disparei.
Acertei agora em uma das asas do dragão e ele emitiu um grito de dor, o veneno agora já estava em sua corrente sanguínea, mas não era o bastante para matar um dragão daquele tamanho, ele pega uma das pedras e joga em minha direção, disparo 5 flechas e elas fazem com que a pedra se rache ao meio e que os pedaços voem para longe de mim, atiro novamente mas desta vez mirando na outra asa, minha mira estava digna de um filho de Apollo, e com o tiro certeiro o dragão despenca do ar, mas agora ele ainda não estava morto, pego minha foice e corro em direção dele, uma rajada de fogo me pega despreparado mas não era forte o bastante para me matar, eu continuo a trajetória e pulo, com uma de suas asas ele me da uma patada que faz com que eu voe para longe.
Já estava cansado daquela batalha então invoco varias almas condenadas para atacar o dragão, com a meu arco miro nos olhos da criatura e espero, assim que vejo que elas começam a atacar a criatura que já estava praticamente indefesa, disparo uma flecha que acerta em seu olho esquerdo, mas não foi o suficiente para mata-lo, corro na direção dele e com minha foice faço um buraco em sua barriga e também perfura seu estomago, continuo tentando escalá-lo, ao alcançar sua cabeça giro com minha arma, mirando no pescoço do dragão, em um golpe certeiro perfuro a macia carne de seu pescoço fazendo com que o mesmo seja decaptado, era a primeira vez que enfrentava um dragão e me saia vitorioso estava orgulhoso de minha perfomance contra aquela criatura, então saio do local vitorioso.
Quando estava chegando em casa fui abordado por um homem, ele disse:
-Voce que matou o dragão?
Eu disse:
-Sim, por que?
Ele responde:
-Eu sou o cavaleiro daquele dragão, agora você irá lutar comigo!

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Re: Arena de Treinamento

Mensagem  Convidad em Sex Out 14, 2011 9:22 pm

Avaliado

muito bom

2 LVL

100 dracmas

Armadura pele de dragão vermelho [armadura que cobre todo o torax, não muito pomposa, não se sobresai as roupas normais, feita de escamas de dragão vermelho negro, ombreiras duras de osso afiado, ivulnerável 15 vezes, tem uma capa que vai dos ombros até o chão, tem um poder de cercar você e o inimigo em uma escuridão louca, só você pode enxergar nesse campo, podes usar 1 vez, na 2º já fica fraco por pouco]

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Re: Arena de Treinamento

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